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Secretário Alexandre de Moraes participou da coletiva sobre as investigações (foto SSP/SP)
Secretário Alexandre de Moraes participou da coletiva sobre as investigações (foto SSP/SP)

Polícia Civil apreende documentos na prefeitura de Mogi das Cruzes

A Polícia Civil prendeu seis pessoas envolvidas num esquema que fraudava e superfaturava contratos de compra de produtos agrícolas destinados à merenda escolar em diversas cidades de São Paulo. Além de seis mandados de prisão, a operação “Alba Branca”, deflagrada na terça-feira (19), cumpriu mais 24 mandados de busca e apreensão em prefeituras.

O Ministério Público de São Paulo informou que apreendeu na Prefeitura de Mogi das Cruzes editais de chamamento público e contratos firmados com a Cooperativa Orgânica Agrícola Familiar (Coaf). A administração municipal informou que a Secretaria Municipal de Gestão “já forneceu os documentos referentes à empresa, que vem sendo investigada pela Justiça. Há um contrato de 2015 em vigor”.

As investigações, comandadas inicialmente pelo 1º Distrito Policial de Bebedouro, começaram em meados do ano passado. Os policiais descobriram que integrantes da Cooperativa Orgânica Agrícola Familiar (COAF) agenciavam pessoas para oferecer o esquema às prefeituras.

Os produtos da merenda escolar eram entregues na íntegra, porém compreço superfaturado para contemplar a propina. As investigações identificaram que de 10 a 25% do valor do contrato superfaturado era destinado para pagar propina a agentes públicos das prefeituras.

De sete mandados de prisão, a operação “Alba Branca” cumpriu seis. O sétimo é relacionado ao líder da quadrilha, que já está com prisão temporária decretada. Entre ontem e hoje (19 e 20), os policiais civis que investigam o caso ouviram quatro dos presos, que já confessaram o esquema.

“O próximo passo das investigações é aprofundar a análise dos contratos apreendidos para identificar quais agentes públicos favoreceram a contratação superfaturada”, disse o secretário. “A investigação seguirá com o apoio do Ministério Público e Tribunal de Contas para que todos façam um pente-fino na aplicação dessa lei federal para ver se não há corrupção em outros locais”.

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