Iniciativa da concessionária Mercado SP tem como objetivo fomentar e divulgar o restauro do Mercadão e do Kinjo Yamato
São Paulo, 26 de agosto de 2024 – A Mercado SP, concessionária que administra o Mercado Municipal Paulistano, o Mercadão, e o Mercado Kinjo Yamato, em parceria com o Escritório de Arquitetura Ambiência, apresenta o projeto “Visita Guiada ao Programa de Intervenção (Restauro) nos Patrimônios Históricos Mercado Municipal Paulistano (Mercadão) e Mercado Kinjo Yamato”.
Com o objetivo de fomentar o estudo e a prática acadêmica, o projeto convida as universidades de Arquitetura a conhecer a intervenção nos dois patrimônios históricos. Na quarta-feira, dia 28 de agosto, será realizada a visita guiada com a Escola da Cidade, faculdade de arquitetura e urbanismo localizada no centro de São Paulo.
O evento, que ocorrerá das 14h às 17h, visa proporcionar uma experiência educacional para os alunos. A programação inicia com uma aula teórica no Espaço de Gastronomia e Cultura do Mercadão, conduzida pela arquiteta Ana Marta e sua equipe do Escritório de Arquitetura Ambiência. Após a aula, os alunos serão divididos em duas turmas para as visitas guiadas aos mercados, permitindo uma imersão prática no processo de restauro dos históricos edifícios.
O projeto foi idealizado pelos membros do conselho da Mercado SP com o intuito de estreitar o relacionamento entre a Mercado SP e instituições de ensino, oferecendo aos estudantes uma oportunidade prática de aprendizado sobre restauro e arquitetura. O evento é parte das atividades extracurriculares promovidas para enriquecer a formação dos futuros profissionais da área.
“Acreditamos que a educação é fundamental para a preservação do nosso patrimônio histórico. Ao convidar os estudantes de arquitetura para conhecerem de perto o processo de restauro do Mercadão e do Kinjo Yamato, estamos proporcionando uma experiência única que une teoria e prática”, afirma Aldo Bonametti, CEO da Mercado SP. Segundo ele, a iniciativa reforça o objetivo de manter e promover a relevância histórica e arquitetônica dos mercados históricos da cidade.
Universidades interessadas em participar do projeto de Visita Guiada ao Restauro Mercadão e Kinjo Yamato podem entrar em contato pelo e-mail: mgoulart@mercadospspe.com.br
Sobre a Mercado SP SPE S.A
Desde 2021, a Mercado SP SPE S.A – Mercado SP é a concessionária responsável pela administração do Mercado Municipal Paulistano (Mercadão) e do Mercado Kinjo Yamato pelo prazo de 25 anos. A concessão envolve a operação, manutenção, reforma, restauro e exploração de ambos os mercados, com a missão de revitalizar os espaços, os mais importantes pontos turísticos da cidade de São Paulo, oferecendo uma experiência única em gastronomia, cultura e história, a partir de uma gestão eficiente, transparente, inovadora e ética, com resultados sustentáveis.
Sobre o Mercado Municipal Paulistano (Mercadão)
Inaugurado em 25 de janeiro de 1933, dia e mês do aniversário da cidade de São Paulo, o Mercado Municipal Paulistano foi projetado pelo arquiteto Felisberto Ranzini, do escritório de arquitetura de Ramos de Azevedo e se tornou um dos principais pontos turísticos da cidade e um entreposto comercial importante para o centro histórico expandido da capital paulista, que atrai visitantes do Brasil e do mundo. Em 2004, o prédio foi tombado pelo patrimônio histórico. Desde 2021 sob concessão da Mercado SP SPE, o objetivo é tornar o Mercadão a maior experiência gastronômica do mundo.
Sobre o Mercado Municipal Kinjo Yamato
Inaugurado em 1936, quando ainda era chamado de Mercado Municipal da Cantareira, passou a se chamar Kinjo Yamato em homenagem a um dos pioneiros da imigração japonesa no Brasil, na celebração dos 80 anos da chegada dos nipônicos ao país, em 1988. Desde setembro de 2021 sob concessão da Mercado SP SPE, o objetivo é reapresentar o Kinjo Yamato, o hortifruti mais charmoso da cidade. Localizado no centro histórico expandido de São Paulo, o Kinjo Yamato é um dos primeiros mercados públicos da cidade, concebido como um espaço especializado em hortifruti, inicialmente a céu aberto. Ainda nos anos 1930, recebeu, como doação, uma cobertura metálica vinda da Escócia que seria utilizada em uma estação de trem do Anhangabaú. A cobertura foi tombada pelo patrimônio histórico.




