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Arujá cria secretaria inédita para inclusão e participa de seminário sobre 10 anos da lbi

A Prefeitura de Arujá instituiu neste ano a Secretaria da Mulher, da Pessoa com Deficiência e da Igualdade Racial, em uma iniciativa inédita na região. A nova estrutura unifica em uma pasta três agendas historicamente tratadas de forma separada nas Políticas Públicas, com foco na promoção da equidade e na interseccionalidade entre gênero, deficiência e raça.

A criação da Secretaria ocorre no mesmo ano em que a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI) completa dez anos de vigência. Em alusão à data, Arujá participou do seminário estadual “10 anos da LBI: a Pessoa com Deficiência no centro da agenda municipal”, realizado em julho, na capital paulista.

“Há apenas 10 anos nós, Pessoas com Deficiência, passamos a ter nossos direitos assegurados por lei. A inclusão não é favor. É direito”, afirmou Hadassa Machado, diretora da Pessoa com Deficiência de Arujá, durante o evento.

O encontro reuniu gestores públicos, especialistas e representantes da Sociedade Civil para discutir os avanços e desafios na implementação da LBI. Ao final, foi apresentada a “Carta de São Paulo”, documento com propostas para o fortalecimento das políticas de inclusão nos municípios, com foco na escuta ativa e no protagonismo das pessoas com deficiência.

Segundo o prefeito de Arujá, Luis Camargo, a nova secretaria representa um passo importante na construção de uma cidade mais justa, inclusiva e acolhedora. “Este é um passo importante na construção de uma cidade mais justa, inclusiva e acolhedora. A nova sede permitirá ampliar o alcance dos serviços prestados e oferecer um ambiente digno para quem mais precisa”, afirmou.

A primeira-dama e presidente do Fundo Social de Solidariedade, Clau Camargo, destacou o papel da nova estrutura como espaço de escuta e transformação. “Mais do que um prédio novo, estamos entregando um símbolo de cuidado com as pessoas. É aqui que muitas histórias de superação começarão a ser escritas”, disse.

De acordo com a secretária da Mulher, Juliana de Souza Daniel, a criação da pasta busca oferecer respostas mais eficazes a demandas que, frequentemente, se sobrepõem. A Secretaria deverá coordenar programas intersetoriais e fortalecer o diálogo com movimentos sociais locais.

Com a medida, Arujá se alinha a uma agenda contemporânea de inclusão, defendida por organismos internacionais e prevista em legislações como a própria LBI.

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